De um lado temos um pirómano que, além de incentivar atitudes selvagens de selvagens, parece que quer ser o novo guarda Abel...
Do outro, um aprendiz de corrupto que, em 3 jogos contra os grandes, o único jogo em que não se queixou foi quando jogou contra a equipa dos árbitros...
Coincidência... só pode...
Isso ou não querer se pôr a jeito para descer as escadas todas de uma vez...
23 dezembro 2011
01 março 2011
Por uma vez de acordo
http://abola.pt/nnh/ver.aspx?id=249879
Pela primeira vez tenho que concordar com este criminoso. Também acho... Desde que vimos um bando de gorilas a espancar sem motivo aparente algumas pessoas...
Só falta mesmo ver um porco a andar de bicicleta... Esperemos que agora em Abril, quando nos visitar, o padre da freguesia das antas traga a dele e faça as honras...
Se pensarem bem, compreendem o porquê destas afirmações... É difícil surpreender o homem, por assim dizer, com algo de novo. No túnel dele há bois de preto e todas as cores, jornaleiros amestrados, fruta e café com leite, um guarda abel, "servem jantares" e tudo, vejam bem... Até com gasolina o regaram uma vez! Realmente, é difícil igualar...
Isto de se falar na porcaria dos outros, quando se é o maior porco deste país, é que deve ser a tal fina ironia...
Pela primeira vez tenho que concordar com este criminoso. Também acho... Desde que vimos um bando de gorilas a espancar sem motivo aparente algumas pessoas...
Só falta mesmo ver um porco a andar de bicicleta... Esperemos que agora em Abril, quando nos visitar, o padre da freguesia das antas traga a dele e faça as honras...
Se pensarem bem, compreendem o porquê destas afirmações... É difícil surpreender o homem, por assim dizer, com algo de novo. No túnel dele há bois de preto e todas as cores, jornaleiros amestrados, fruta e café com leite, um guarda abel, "servem jantares" e tudo, vejam bem... Até com gasolina o regaram uma vez! Realmente, é difícil igualar...
Isto de se falar na porcaria dos outros, quando se é o maior porco deste país, é que deve ser a tal fina ironia...
31 dezembro 2010
Ameaça de ano velho para ano novo
Vítor Pereira, presidente da Comissão de Arbitragem da Liga, considera falacioso o argumento utilizado pelo treinador do Benfica, Jorge Jesus, para justificar a diferença pontual que separa os encarnados do FC Porto.
(resposta lógica do chefe da quadrilha, ou não é este o responsável pelos inclinadores de relvados?)
Para Jesus, os «critérios de arbitragem» têm prejudicado o Benfica e favorecido outras equipas. (acrescento que mais umas que outras...)
Instado a responder às declarações do timoneiro das águias, Vítor Pereira esclarece que não reage «publicamente a comentários de treinadores». No entanto, defende, «só é enganado quem quer». (e só engana quem pode...)
Em declarações à TSF, o presidente da Comissão de Arbitragem da Liga argumenta que «há evidências que demonstram que esse tipo de comentários é desfavorável para quem os produz».
A Bola
Ora, esta última resposta, além de ridícula como as outras (e como o autor das mesmas), traz encapotada uma ameaça. Avizinham-se tempos (ainda) mais difíceis ao nível da arbitragem nos jogos do Glorioso...
É assim, enquanto há uns, como os calimeros ali do lado, que quanto mais choram mais mamam, nós se chorarmos ainda levamos por cima... E não há meio de estes invertebrados se porem a andar...
(resposta lógica do chefe da quadrilha, ou não é este o responsável pelos inclinadores de relvados?)
Para Jesus, os «critérios de arbitragem» têm prejudicado o Benfica e favorecido outras equipas. (acrescento que mais umas que outras...)
Instado a responder às declarações do timoneiro das águias, Vítor Pereira esclarece que não reage «publicamente a comentários de treinadores». No entanto, defende, «só é enganado quem quer». (e só engana quem pode...)
Em declarações à TSF, o presidente da Comissão de Arbitragem da Liga argumenta que «há evidências que demonstram que esse tipo de comentários é desfavorável para quem os produz».
A Bola
Ora, esta última resposta, além de ridícula como as outras (e como o autor das mesmas), traz encapotada uma ameaça. Avizinham-se tempos (ainda) mais difíceis ao nível da arbitragem nos jogos do Glorioso...
É assim, enquanto há uns, como os calimeros ali do lado, que quanto mais choram mais mamam, nós se chorarmos ainda levamos por cima... E não há meio de estes invertebrados se porem a andar...
23 dezembro 2010
Ano sabático
Quarta-feira, Dezembro 22, 2010
Ano sabático - João Querido Manha
O ano está quase pronto a dar entrada nos arquivos como o do regresso do Benfica à linha do sucesso, com toda a pompa, mas são legítimas as dúvidas sobre a circunstância e inúmeros os que observam o trajeto da equipa de Jorge Jesus como um fenómeno conjuntural, bastante facilitado pela fragilidade psicológica dos protagonistas envolvidos nos julgamentos, judiciais, desportivos e populares, do processo conhecido pelo absurdo nome de "Apito Dourado".
O penálti que abriu caminho ao triunfo da União de Leiria na Figueira da Foz é um daqueles lances emblemáticos, a levantar a ponta do véu. As equipas de Bartolomeu e Pinto da Costa somam 12 penáltis em 14 jornadas, ou seja, um terço (33%) do total da 1.ª Liga. Um "must"!
Assistimos a um regresso às origens, com o grupo dos figurões a voltar pelos "bons" motivos à primeira linha das notícias, faltando apenas no ramalhete o abandonado "compagnon de route" do Boavista. Os sinais de impunidade que os arquivamentos sucessivos foram passando, ao mesmo tempo que a Liga se reposicionava internamente, elegendo para líder uma figura "acima de toda a suspeita", foram chancelados em particular pelo Benfica, inebriado pelos vapores do sucesso, sem dar conta de quão efémero ele era.
Dentro das quatro linhas, viveu-se o paralelismo simbólico dessa grande operação de retoma, com a reorganização desportiva do FC Porto, em contraste com o relaxamento e descuido dos recentes campeões. A entrada firme na nova época foi fundamental e remeteu para um procedimento clássico e comum na maioria dos títulos dos últimos 30 anos, assegurados normalmente nas primeiras dez jornadas com intervenções cirúrgicas nos próprios jogos e nos dos adversários.
Afinal 2010 não será o ano da águia e pode vir a ser visto mais tarde como um insignificante incidente do longo percurso dessa força descomunal que o líder natural descrevia ontem de modo muito honesto: "depois, a jornada acaba sempre com uma vitória nossa".
A estabilidade de todo este processo, incluindo os intervalos para recarga de energias após o esgotamento dos treinadores que não conseguem sobreviver a mais de dois anos de sucesso, é garantida pela fragilidade psicológica e operacional dos adversários, com o Sporting, enfeitiçado primeiro e desvitalizado depois por uma associação perversa com um adversário que lhe era inferior, e com o Benfica, sempre inebriado com a grandeza e as glórias do passado.
Os últimos três meses foram horríveis para o Benfica, descendo das nuvens em círculos estonteantes, como uma águia Vitória a baixar do 3.º Anel, voo sobre voo, até à aterragem final. Todos os altos voos caíram por terra: a regeneração desportiva, o controlo da vontade dos adeptos, a Liga dos Campeões, a liderança dos clubes "bons", a luta absurda com a tutela governamental e, provavelmente, a revolução da discussão dos direitos televisivos. Depois de um quadro favorável que lhe permitia sentar-se no lugar do condutor, o Benfica constata em poucos meses que não consegue catalisar vontades e que eventuais apoios externos vacilam perante a notória retomada dos poderes instituídos. 2010 não terá então passado de um período sabático do líder natural.
P.S.- Parece que este ainda não "jantou"...
Ano sabático - João Querido Manha
O ano está quase pronto a dar entrada nos arquivos como o do regresso do Benfica à linha do sucesso, com toda a pompa, mas são legítimas as dúvidas sobre a circunstância e inúmeros os que observam o trajeto da equipa de Jorge Jesus como um fenómeno conjuntural, bastante facilitado pela fragilidade psicológica dos protagonistas envolvidos nos julgamentos, judiciais, desportivos e populares, do processo conhecido pelo absurdo nome de "Apito Dourado".
O penálti que abriu caminho ao triunfo da União de Leiria na Figueira da Foz é um daqueles lances emblemáticos, a levantar a ponta do véu. As equipas de Bartolomeu e Pinto da Costa somam 12 penáltis em 14 jornadas, ou seja, um terço (33%) do total da 1.ª Liga. Um "must"!
Assistimos a um regresso às origens, com o grupo dos figurões a voltar pelos "bons" motivos à primeira linha das notícias, faltando apenas no ramalhete o abandonado "compagnon de route" do Boavista. Os sinais de impunidade que os arquivamentos sucessivos foram passando, ao mesmo tempo que a Liga se reposicionava internamente, elegendo para líder uma figura "acima de toda a suspeita", foram chancelados em particular pelo Benfica, inebriado pelos vapores do sucesso, sem dar conta de quão efémero ele era.
Dentro das quatro linhas, viveu-se o paralelismo simbólico dessa grande operação de retoma, com a reorganização desportiva do FC Porto, em contraste com o relaxamento e descuido dos recentes campeões. A entrada firme na nova época foi fundamental e remeteu para um procedimento clássico e comum na maioria dos títulos dos últimos 30 anos, assegurados normalmente nas primeiras dez jornadas com intervenções cirúrgicas nos próprios jogos e nos dos adversários.
Afinal 2010 não será o ano da águia e pode vir a ser visto mais tarde como um insignificante incidente do longo percurso dessa força descomunal que o líder natural descrevia ontem de modo muito honesto: "depois, a jornada acaba sempre com uma vitória nossa".
A estabilidade de todo este processo, incluindo os intervalos para recarga de energias após o esgotamento dos treinadores que não conseguem sobreviver a mais de dois anos de sucesso, é garantida pela fragilidade psicológica e operacional dos adversários, com o Sporting, enfeitiçado primeiro e desvitalizado depois por uma associação perversa com um adversário que lhe era inferior, e com o Benfica, sempre inebriado com a grandeza e as glórias do passado.
Os últimos três meses foram horríveis para o Benfica, descendo das nuvens em círculos estonteantes, como uma águia Vitória a baixar do 3.º Anel, voo sobre voo, até à aterragem final. Todos os altos voos caíram por terra: a regeneração desportiva, o controlo da vontade dos adeptos, a Liga dos Campeões, a liderança dos clubes "bons", a luta absurda com a tutela governamental e, provavelmente, a revolução da discussão dos direitos televisivos. Depois de um quadro favorável que lhe permitia sentar-se no lugar do condutor, o Benfica constata em poucos meses que não consegue catalisar vontades e que eventuais apoios externos vacilam perante a notória retomada dos poderes instituídos. 2010 não terá então passado de um período sabático do líder natural.
P.S.- Parece que este ainda não "jantou"...
02 dezembro 2010
15 segundos - por João Gobern
Para se ser agreste em televisão, sem ficar mal no “boneco”, é preciso experiência, talento, sentido de oportunidade e elegância. Recordo, por exemplar, uma “entrevista” de Joaquim Letria a uma cadeira vazia – aquela em que deveria estar sentado um ministro que, depois de confirmar a presença, “desapareceu” para parte incerta. Lembro, por categórico, o momento em que um líder (já extinto) da Direita portuguesa insinuou perante José Alberto Carvalho que este se limitava a reproduzir perguntas “sopradas” da régie. O jornalista retirou o auricular do ouvido e, daí em diante, deixou o seu interlocutor suar (literalmente) as estopinhas.
No domingo, após o jogo entre Beira-Mar e o Benfica, um “repórter” da TVI – cujo nome propositadamente já esqueci – apresentou a sua candidatura aos famigerados 15 minutos de fama referidos por Andy Warhol. Fê-lo de forma atabalhoada: na “flash interview” com Jorge Jesus, saltou das ocorrências da partida para um alegado “ambiente de balneário” e para um “momento de contestação” ao técnico. Jesus ainda respondeu à primeira. À segunda, soltou o já famoso “então tchau”. Ora tivesse a coisa ficado por aí e passava. Nada disso: balanceado nos seus 15… segundos, o “repórter” decidiu lançar um ataque à Benfica TV (e à opção de o clube antecipar no canal os jogos da Liga) e acabar a proclamar que “ali” é ele quem decide as perguntas. Acontece que não é – e a ignorância da lei não aproveita ao prevaricador. Segundo os regulamentos das “flash interviews” – inventadas para “cobrir” mais uma janela publicitária e para colecionar um “sound byte”, de quando em vez –, as perguntas devem cingir-se ao recém-terminado jogo. Não foi o caso. E não vale a pena a TVI ou algum dos seus responsáveis invocar a defesa superior do jornalismo; quando se tornou compradora das transmissões sabia o que dizia o regulamento. Tal como sabe Sousa Martins que, na noite seguinte, no programa “Prolongamento”, tentou argumentar que ninguém o cumpria. Mau serviço, rapazes. Acredito que seja um caso de ignorância, mais do que de má vontade. Mas foi para situações como estas que se criaram os pedidos de desculpas.
Pior, muito pior, foi o comunicado publicado em nome do FC Porto. O problema não lhe dizia, de todo em todo, respeito. Só uma obsessão guerrilheira justifica o “parecer”, por acaso subscrito por quem também é campeão no “blackout”. Tenho, de resto, a ideia de um diretor de comunicação a insultar e ameaçar um antigo colega da RTP por causa de uma questão mais incómoda – deve ser engano meu… A alusão aos “filmes de gangsters”, vinda de quem vem, evoca diretamente outro género cinematográfico: a comédia. Se tivesse graça, não seria um drama.
in Record
No domingo, após o jogo entre Beira-Mar e o Benfica, um “repórter” da TVI – cujo nome propositadamente já esqueci – apresentou a sua candidatura aos famigerados 15 minutos de fama referidos por Andy Warhol. Fê-lo de forma atabalhoada: na “flash interview” com Jorge Jesus, saltou das ocorrências da partida para um alegado “ambiente de balneário” e para um “momento de contestação” ao técnico. Jesus ainda respondeu à primeira. À segunda, soltou o já famoso “então tchau”. Ora tivesse a coisa ficado por aí e passava. Nada disso: balanceado nos seus 15… segundos, o “repórter” decidiu lançar um ataque à Benfica TV (e à opção de o clube antecipar no canal os jogos da Liga) e acabar a proclamar que “ali” é ele quem decide as perguntas. Acontece que não é – e a ignorância da lei não aproveita ao prevaricador. Segundo os regulamentos das “flash interviews” – inventadas para “cobrir” mais uma janela publicitária e para colecionar um “sound byte”, de quando em vez –, as perguntas devem cingir-se ao recém-terminado jogo. Não foi o caso. E não vale a pena a TVI ou algum dos seus responsáveis invocar a defesa superior do jornalismo; quando se tornou compradora das transmissões sabia o que dizia o regulamento. Tal como sabe Sousa Martins que, na noite seguinte, no programa “Prolongamento”, tentou argumentar que ninguém o cumpria. Mau serviço, rapazes. Acredito que seja um caso de ignorância, mais do que de má vontade. Mas foi para situações como estas que se criaram os pedidos de desculpas.
Pior, muito pior, foi o comunicado publicado em nome do FC Porto. O problema não lhe dizia, de todo em todo, respeito. Só uma obsessão guerrilheira justifica o “parecer”, por acaso subscrito por quem também é campeão no “blackout”. Tenho, de resto, a ideia de um diretor de comunicação a insultar e ameaçar um antigo colega da RTP por causa de uma questão mais incómoda – deve ser engano meu… A alusão aos “filmes de gangsters”, vinda de quem vem, evoca diretamente outro género cinematográfico: a comédia. Se tivesse graça, não seria um drama.
in Record
30 novembro 2010
Sempre a marrar no vermelho, estes bois...
Isto de mandar pedras (nos tempos que correm, é mais bolas de golfe...), quando se tem telhados de vidro tão grande e tão sujo... A hipocrisia da máfia, a acusar outros de gangsters... PA-TÉ-TI-CO!!
E assim todos ficamos a saber quem escreveu as perguntas ao jornalista da TVI (e que, mais uma vez fica registado, não conseguem viver sem Nós):
Corruptos "atiram-se" ao Benfica
sad emite comunicado e fala em "filme de gangsters"
Na sequência do jogo do Benfica em Aveiro, e da altercação de Jorge Jesus e o jornalista da TVI, que já motivou uma reação dos encarnados esta segunda-feira, o FCP resolveu emitir um comunicado onde enumera uma série de "comportamentos que têm um clube e uma pessoa como denominadores comuns e que configuram perfis dignos de um filme sobre gangsters".
Eis o comunicado:
Na sequência das ocorrências no final do encontro de ontem entre o Beira Mar e o Benfica e que, segundo relata a Comunicação Social, terminaram com ameaças e escolta policial a um jornalista da TVI, a F.C.P. – Futebol, SAD não pode deixar de recordar um rol de comportamentos que têm um clube e uma pessoa como denominadores comuns e que configuram perfis dignos de um filme sobre "gangsters".
1 – Agressão à estalada a um amigo do guarda-redes Moretto em pleno Aeroporto de Lisboa;
(amigo do alheio, isso sim...)
2 – Agressões a um cidadão junto à Caixa Geral de Depósitos de Telheiras, na sequência de um estacionamento indevido;
(realmente, por causa de um estacionamento, é ridículo... todos sabem que deve ser "sempre em frente, sempre em frente" www.youtube.com/watch?v=-rWPx6NrHkE , e por cima de quem se meter no caminho jn.sapo.pt/multimedia/video.aspx?content_id=1344329 ... E acima de tudo, quando se fala em estaladas, o que não faltam são motivos para tamanha indignação por parte da máfia www.apfn.com.pt/Noticias/Nov2003/251103c.htm e www.dragteam.info/forum/generalidades/85641-pinto-da-costa-vou-te-matar-vou-te-f.html )
3 – Desrespeito pelo trabalho de um jornalista e agressão a um repórter de imagem da RTP à saída de uma reunião com Hermínio Loureiro. Os relatos dizem ainda que um dos intervenientes pegou no microfone da estação e o atirou ao chão;
(relatos corajosamente anónimos, presumo... já outros casos, nem precisam de relato... www.youtube.com/watch?v=-n4hC7RM8TM )
4 – Agressão a pontapé ao Team Manager do F.C.P., verificada em plena área técnica do Estádio da Luz e que, apesar do esforço de um dirigente para, previamente, desviar o foco das imagens, ficou inequivocamente registada;
("Inequivocamente" registada? Onde? No youtube não está... O que está é alguém a mexer numa cÂmara, sem a tirar da posição prévia, e depois os animais de azul a correr e o Hélton e o Hulk (sempre ele) a distribuir uns socos www.youtube.com/watch?v=BQLpBC3RSMw&feature=related E também está isto: www.youtube.com/watch?v=DOPJmOdeqMY&feature=related )
5 – Invasão de um estúdio da SIC no decorrer de um programa em direto.
(Fuga de um estúdio da RTP no decorrer de um programa em directo: www.youtube.com/watch?v=f-qYkbvAPzY
Um foi defender o seu clube, com a permissão dos responsáveis do programa. Outro fugiu, talvez porque se torne ridículo defender o indefensável, mesmo para quem tem tantos anos de prática... pelo menos este não fugiu para Espanha...)
Todos estes factos, sublinhe-se, têm sempre o mesmo emblema associado. Foram amplamente difundidos nos Média e rapidamente esquecidos, ao mesmo tempo que revelavam a urbanidade, o estilo e, acima de tudo, a credibilidade de quem os praticou e/ou comanda.
Porto, 29 de Novembro de 2010
Subscrevo. Queria fazer apenas uma adenda. Talvez um pouco longa... Faltam aí uns pontos: petardos atirados ao automóvel do próprio treinador, pedras a autocarros e a veículos particulares, bolas de golf, balneários cheios de gasolina para a equipa adversária não se equipar, assaltos a estações de serviço e aeroportos. A todos estes serbenfiquista.com/usernews/comunicado-da-benfica-sad-1 e a todos aqueles a quem já foi "servido o jantar" e a tantos outros, a todos eles também a minha solidariedade!
Oito pontos de avanço e tão nervosos...
Sobre o "Então, tchau", apenas isto:
Artigo 26º - Comunicação Social (Regulamento das Competições da LPF)
18.No final de cada jogo em directo, será realizada uma entrevista (Flash Interview), de carácter obrigatório, que o operador televisivo integrará na sua emissão normal e deverá respeitar os seguintes termos:
a...) Terá de se iniciar nos 5 minutos após o efectivo termo do jogo, tendo uma duração máxima de 90 segundos para cada interveniente, e apenas deverá versar sobre as ocorrências do jogo que se acabou de disputar;
Sobre a alegada tentativa de agressão que infelizmente não se concretizou, ao jornalista, quer dizer, gajo que faz as perguntas que lhe mandam, apenas isto:
"Logo depois do flash interview, um segurança, supostamente ligado ao Benfica, ameaçou a integridade física do jornalista Hugo Cadete, da TVI, que instantes antes questionara Jorge Jesus sobre o momento actual dos encarnados. Tudo aconteceu à porta da sala de imprensa, numa altura em que o repórter se encontrava sozinho." -
Ou seja, mais uma situação inequivocamente registada!
E assim todos ficamos a saber quem escreveu as perguntas ao jornalista da TVI (e que, mais uma vez fica registado, não conseguem viver sem Nós):
Corruptos "atiram-se" ao Benfica
sad emite comunicado e fala em "filme de gangsters"
Na sequência do jogo do Benfica em Aveiro, e da altercação de Jorge Jesus e o jornalista da TVI, que já motivou uma reação dos encarnados esta segunda-feira, o FCP resolveu emitir um comunicado onde enumera uma série de "comportamentos que têm um clube e uma pessoa como denominadores comuns e que configuram perfis dignos de um filme sobre gangsters".
Eis o comunicado:
Na sequência das ocorrências no final do encontro de ontem entre o Beira Mar e o Benfica e que, segundo relata a Comunicação Social, terminaram com ameaças e escolta policial a um jornalista da TVI, a F.C.P. – Futebol, SAD não pode deixar de recordar um rol de comportamentos que têm um clube e uma pessoa como denominadores comuns e que configuram perfis dignos de um filme sobre "gangsters".
1 – Agressão à estalada a um amigo do guarda-redes Moretto em pleno Aeroporto de Lisboa;
(amigo do alheio, isso sim...)
2 – Agressões a um cidadão junto à Caixa Geral de Depósitos de Telheiras, na sequência de um estacionamento indevido;
(realmente, por causa de um estacionamento, é ridículo... todos sabem que deve ser "sempre em frente, sempre em frente" www.youtube.com/watch?v=-rWPx6NrHkE , e por cima de quem se meter no caminho jn.sapo.pt/multimedia/video.aspx?content_id=1344329 ... E acima de tudo, quando se fala em estaladas, o que não faltam são motivos para tamanha indignação por parte da máfia www.apfn.com.pt/Noticias/Nov2003/251103c.htm e www.dragteam.info/forum/generalidades/85641-pinto-da-costa-vou-te-matar-vou-te-f.html )
3 – Desrespeito pelo trabalho de um jornalista e agressão a um repórter de imagem da RTP à saída de uma reunião com Hermínio Loureiro. Os relatos dizem ainda que um dos intervenientes pegou no microfone da estação e o atirou ao chão;
(relatos corajosamente anónimos, presumo... já outros casos, nem precisam de relato... www.youtube.com/watch?v=-n4hC7RM8TM )
4 – Agressão a pontapé ao Team Manager do F.C.P., verificada em plena área técnica do Estádio da Luz e que, apesar do esforço de um dirigente para, previamente, desviar o foco das imagens, ficou inequivocamente registada;
("Inequivocamente" registada? Onde? No youtube não está... O que está é alguém a mexer numa cÂmara, sem a tirar da posição prévia, e depois os animais de azul a correr e o Hélton e o Hulk (sempre ele) a distribuir uns socos www.youtube.com/watch?v=BQLpBC3RSMw&feature=related E também está isto: www.youtube.com/watch?v=DOPJmOdeqMY&feature=related )
5 – Invasão de um estúdio da SIC no decorrer de um programa em direto.
(Fuga de um estúdio da RTP no decorrer de um programa em directo: www.youtube.com/watch?v=f-qYkbvAPzY
Um foi defender o seu clube, com a permissão dos responsáveis do programa. Outro fugiu, talvez porque se torne ridículo defender o indefensável, mesmo para quem tem tantos anos de prática... pelo menos este não fugiu para Espanha...)
Todos estes factos, sublinhe-se, têm sempre o mesmo emblema associado. Foram amplamente difundidos nos Média e rapidamente esquecidos, ao mesmo tempo que revelavam a urbanidade, o estilo e, acima de tudo, a credibilidade de quem os praticou e/ou comanda.
Porto, 29 de Novembro de 2010
Subscrevo. Queria fazer apenas uma adenda. Talvez um pouco longa... Faltam aí uns pontos: petardos atirados ao automóvel do próprio treinador, pedras a autocarros e a veículos particulares, bolas de golf, balneários cheios de gasolina para a equipa adversária não se equipar, assaltos a estações de serviço e aeroportos. A todos estes serbenfiquista.com/usernews/comunicado-da-benfica-sad-1 e a todos aqueles a quem já foi "servido o jantar" e a tantos outros, a todos eles também a minha solidariedade!
Oito pontos de avanço e tão nervosos...
Sobre o "Então, tchau", apenas isto:
Artigo 26º - Comunicação Social (Regulamento das Competições da LPF)
18.No final de cada jogo em directo, será realizada uma entrevista (Flash Interview), de carácter obrigatório, que o operador televisivo integrará na sua emissão normal e deverá respeitar os seguintes termos:
a...) Terá de se iniciar nos 5 minutos após o efectivo termo do jogo, tendo uma duração máxima de 90 segundos para cada interveniente, e apenas deverá versar sobre as ocorrências do jogo que se acabou de disputar;
Sobre a alegada tentativa de agressão que infelizmente não se concretizou, ao jornalista, quer dizer, gajo que faz as perguntas que lhe mandam, apenas isto:
"Logo depois do flash interview, um segurança, supostamente ligado ao Benfica, ameaçou a integridade física do jornalista Hugo Cadete, da TVI, que instantes antes questionara Jorge Jesus sobre o momento actual dos encarnados. Tudo aconteceu à porta da sala de imprensa, numa altura em que o repórter se encontrava sozinho." -
Ou seja, mais uma situação inequivocamente registada!
17 outubro 2010
Carlos Moia
Ser do FC Porto era ser o que o FC Porto era: um clube a fechar-se dentro de uma região, a olhar todo o resto de Portugal como um espaço de inimigos em delírio, de mouros a abater. O Benfica dava-me a imagem oposta: a ilusão de um universo sem limites
Naquele tempo, ser Benfica era escolher simbolicamente a liberdade. Enquanto os nossos adversários tinham a dirigi-los homens da Legião, deputados da União Nacional, magnatas e burocratas enfeudados no salazarismo, nós, no Benfica, tínhamos presidentes que tinham sido operários e sindicalistas, que tinham sido deportados e perseguidos pela PIDE, que não se resignavam à ditadura, antes pelo contrário
Não, o Benfica nunca foi o clube do regime, foi sempre o clube que o regime teve de suportar a contragosto e de que, depois, se apoderou para, na sua propaganda, lhe parasitar a glória.
Acusaram-nos de sermos ridículos por ameaçarmos não jogar no Dragão se não nos derem condições de segurança. Ridículos? Só assim, levando essa nossa luta para além dos 3 pontos que estão em jogo, poderemos ganhar o que é preciso ganhar: a batalha por um futebol mais respirável, menos subterrâneo. Onde a viagem a um estádio não se transforme na vertigem de uma intifada com meia dúzia de aprendizes de talibãs escondidos a rirem-se dos vidros partidos, dos desaforos, dos insultos, do sangue talvez.
Naquele tempo, ser Benfica era escolher simbolicamente a liberdade. Enquanto os nossos adversários tinham a dirigi-los homens da Legião, deputados da União Nacional, magnatas e burocratas enfeudados no salazarismo, nós, no Benfica, tínhamos presidentes que tinham sido operários e sindicalistas, que tinham sido deportados e perseguidos pela PIDE, que não se resignavam à ditadura, antes pelo contrário
Não, o Benfica nunca foi o clube do regime, foi sempre o clube que o regime teve de suportar a contragosto e de que, depois, se apoderou para, na sua propaganda, lhe parasitar a glória.
Acusaram-nos de sermos ridículos por ameaçarmos não jogar no Dragão se não nos derem condições de segurança. Ridículos? Só assim, levando essa nossa luta para além dos 3 pontos que estão em jogo, poderemos ganhar o que é preciso ganhar: a batalha por um futebol mais respirável, menos subterrâneo. Onde a viagem a um estádio não se transforme na vertigem de uma intifada com meia dúzia de aprendizes de talibãs escondidos a rirem-se dos vidros partidos, dos desaforos, dos insultos, do sangue talvez.
Crónica de António-Pedro
Perante o silêncio cúmplice com que a Direcção do SCP e a maioria dos comentadores afectos ao clube de Alvalade acompanharam, nestes últimos anos, os castigos do processo do Apito Final e as absolvições do Apito Dourado, muitas vezes me tenho perguntado: será que já não há sportinguistas decentes, que não confundem o RIVAL com o INIMIGO?
Nestes últimos anos, depois de Dias da Cunha ter denunciado o SISTEMA e ter chamado os bois pelos nomes, a cumplicidade com o FCP por parte das direcções que se lhe seguiram (Filipe Soares Franco e, agora, Bettencourt) foi demasiado evidente: o inimigo era o Benfica e tudo o que servisse para atacar o Glorioso era bem-vindo, nem que para isso tivessem que pactuar com a batota e associar-se ao clube cujo presidente se gaba de ter deixado Bettencourt de mão estendida e lhes levou o Ruben Micael, o Moutinho e mesmo o treinador que eles julgavam que iam exibir este ano como um D. Sebastião: o Villas-Boas. E tudo o Porto levou!
A cumplicidade era tão grande que houve quem julgasse que a sigla SCP queria dizer Sporting Clube do Porto! Até ao ano passado, o SCP calou-se: não comentou os escandalosos resultados do Processo, não falou das escutas, pactuou com arbitragens indecentes, porque teve o segundo lugar garantido, e porque alguns sportinguistas sem brilho nem brio preferiam um segundo lugar várias vezes do que um primeiro de vez em quando! Desde que o Benfica ficasse atrás!
Esta cegueira e esta obsessão reduziram o nosso grande rival a um clube de bairro, mergulhado numa crise de onde não se vê como vão sair, condenado a disputar um lugar na Europa ao Braga, ao Vitória de Guimarães ou ao Marítimo.
Mas, desde o ano passado, a coisa ganhou foros de delírio. Perante a evidência de um futebol brilhante, um treinador vitorioso e uma equipa confiante e ganhadora, que passeava a sua superioridade e sua classe pelos relvados, e que, sem batota, teria deixado os outros clubes muitos pontos atrás, era preciso arrasar o RIVAL, apoiando a vergonhosa campanha do FCP, matraqueada todos os dias com mentiras repetidas sobre os túneis e o andor, e que, à falta de argumentos, ressuscitava a indecorosa campanha contra o Calabote e reeditava a caluniosa campanha do “Clube do Regime”!
Nos tempos da Guerra Fria, os comunistas chamavam, com desprezo, aos que os apoiavam sem pedir nada em troca os “Idiotas úteis”.
E, desde o ano passado, houve comentadores que se prestaram miseravelmente a essa vassalagem. Ora, de há umas semanas para cá, quiçá por efeito da divulgação das novas escutas, houve alguns sportinguistas que acordaram e devolveram a decência à instituição: foi o caso do Jorge Gabriel, do Daniel Oliveira, do Alfredo Barroso e do José Diogo Quintela, que assinaram nos jornais e proclamaram na rádio que as escutas os indignavam e que, ao contrário do que outros vendem, a equipa do Sporting também foi prejudicada por arbitragens viciadas que a afastaram do título em épocas recentes. Aleluia!
É tempo de os sportinguistas, mesmo que a sua Direcção se cale, perceberem que só poderão voltar a ser um grande clube quando a VERDADE DESPORTIVA voltar ao futebol, e isso implica aliar-se ao Benfica na luta pela independência dos órgãos que irão superintender à Arbitragem e à Disciplina e à decência dos seus membros, na próxima estrutura da Federação!
Sem isso, os nossos clubes vão continuar a ter que redobrar o esforço desportivo e financeiro para ganhar no campo contra todas as forças que, dentro e fora dele (a violência à volta dos estádios, os corredores do poder, os túneis, o apito e as bandeirinhas) fazem todos os possíveis para incendiar Lisboa e manter o poder no Norte.
ACORDEM LEÕES! OU SERÁ QUE ACHAM QUE, PARA ELES, VOCÊS NÃO SÃO MOUROS?!
Nestes últimos anos, depois de Dias da Cunha ter denunciado o SISTEMA e ter chamado os bois pelos nomes, a cumplicidade com o FCP por parte das direcções que se lhe seguiram (Filipe Soares Franco e, agora, Bettencourt) foi demasiado evidente: o inimigo era o Benfica e tudo o que servisse para atacar o Glorioso era bem-vindo, nem que para isso tivessem que pactuar com a batota e associar-se ao clube cujo presidente se gaba de ter deixado Bettencourt de mão estendida e lhes levou o Ruben Micael, o Moutinho e mesmo o treinador que eles julgavam que iam exibir este ano como um D. Sebastião: o Villas-Boas. E tudo o Porto levou!
A cumplicidade era tão grande que houve quem julgasse que a sigla SCP queria dizer Sporting Clube do Porto! Até ao ano passado, o SCP calou-se: não comentou os escandalosos resultados do Processo, não falou das escutas, pactuou com arbitragens indecentes, porque teve o segundo lugar garantido, e porque alguns sportinguistas sem brilho nem brio preferiam um segundo lugar várias vezes do que um primeiro de vez em quando! Desde que o Benfica ficasse atrás!
Esta cegueira e esta obsessão reduziram o nosso grande rival a um clube de bairro, mergulhado numa crise de onde não se vê como vão sair, condenado a disputar um lugar na Europa ao Braga, ao Vitória de Guimarães ou ao Marítimo.
Mas, desde o ano passado, a coisa ganhou foros de delírio. Perante a evidência de um futebol brilhante, um treinador vitorioso e uma equipa confiante e ganhadora, que passeava a sua superioridade e sua classe pelos relvados, e que, sem batota, teria deixado os outros clubes muitos pontos atrás, era preciso arrasar o RIVAL, apoiando a vergonhosa campanha do FCP, matraqueada todos os dias com mentiras repetidas sobre os túneis e o andor, e que, à falta de argumentos, ressuscitava a indecorosa campanha contra o Calabote e reeditava a caluniosa campanha do “Clube do Regime”!
Nos tempos da Guerra Fria, os comunistas chamavam, com desprezo, aos que os apoiavam sem pedir nada em troca os “Idiotas úteis”.
E, desde o ano passado, houve comentadores que se prestaram miseravelmente a essa vassalagem. Ora, de há umas semanas para cá, quiçá por efeito da divulgação das novas escutas, houve alguns sportinguistas que acordaram e devolveram a decência à instituição: foi o caso do Jorge Gabriel, do Daniel Oliveira, do Alfredo Barroso e do José Diogo Quintela, que assinaram nos jornais e proclamaram na rádio que as escutas os indignavam e que, ao contrário do que outros vendem, a equipa do Sporting também foi prejudicada por arbitragens viciadas que a afastaram do título em épocas recentes. Aleluia!
É tempo de os sportinguistas, mesmo que a sua Direcção se cale, perceberem que só poderão voltar a ser um grande clube quando a VERDADE DESPORTIVA voltar ao futebol, e isso implica aliar-se ao Benfica na luta pela independência dos órgãos que irão superintender à Arbitragem e à Disciplina e à decência dos seus membros, na próxima estrutura da Federação!
Sem isso, os nossos clubes vão continuar a ter que redobrar o esforço desportivo e financeiro para ganhar no campo contra todas as forças que, dentro e fora dele (a violência à volta dos estádios, os corredores do poder, os túneis, o apito e as bandeirinhas) fazem todos os possíveis para incendiar Lisboa e manter o poder no Norte.
ACORDEM LEÕES! OU SERÁ QUE ACHAM QUE, PARA ELES, VOCÊS NÃO SÃO MOUROS?!
16 outubro 2010
O ridículo
"Não há lamentação possível porque aquela era a minha convicção e certeza, que só mudou depois da confirmação de várias pessoas, e da minha, sobre as imagens. Para mim era óbvio e foi uma pura ilusão de ótica que passou por todos nós", assumiu, não deixando de acusar as "pessoas que à 5.ª jornada deram determinados lances como adquiridos e que não vieram depois fazer nenhum 'mea culpa'."
Mas que mea culpa? Nem mea, nem meia... Apenas se limitou a constatar o óbvio, porque mais ridículo que a figura que fez no final do jogo (e durante, como vem sendo hábito), seria continuar a afirmar que houve algum penalty na área do Guimarães. Continuo à espera que um dia apareça na sala de conferência de imprensa do clube corrupto, um jornalista que tenha pelo menos lido o seu código deontológico, e faça as perguntas que se impôem: o penalty na área da sua equipa, acha que é penalty? O Fucile, não deveria ter sido expulso ainda na primeira parte, por duas vezes? Perante isto, continua a afirmar que foi prejudicado?!
Deve ser a resposta a estas questões que a amostra de Pedroto está à espera de serem dadas por Vítor Pereira...
O rídiculo continua a ridicularidade ao classificar o repto da direcção do glorioso de "ridícula". Não sei se o ridículo consegue dormir de tanto pensar no Benfica, nem se já viu alguma vigília pela "verdade desportiva", por parte de corruptos...
Por estas e por (muitas) outras, é que a decisão de pedir bilhetes para os adeptos do Benfica se deslocarem àquele antro, faz todo o sentido. Nem percebo o porquê de não se entender isto... Se este repto foi tomado de modo a consciencializar os clubes pela necessidade de lutar pela verdade desportiva, e se esta agremiação nunca irá lutar por tal... não faz sentido tentar moralizar quem já vendeu a moral há muito...
p.s.- A vender passes de jogadores comprados há 3 meses a fundos (onde é que eu já vi isto, e foi tão criticado, e tantas dúvidas quanto à legalidade levantou?...) desconhecidos, por um valor igual ou menor que o investido?! Pois é, mais uma prova que dois ou três anos sem Champions e o balão estoura...
Mas que mea culpa? Nem mea, nem meia... Apenas se limitou a constatar o óbvio, porque mais ridículo que a figura que fez no final do jogo (e durante, como vem sendo hábito), seria continuar a afirmar que houve algum penalty na área do Guimarães. Continuo à espera que um dia apareça na sala de conferência de imprensa do clube corrupto, um jornalista que tenha pelo menos lido o seu código deontológico, e faça as perguntas que se impôem: o penalty na área da sua equipa, acha que é penalty? O Fucile, não deveria ter sido expulso ainda na primeira parte, por duas vezes? Perante isto, continua a afirmar que foi prejudicado?!
Deve ser a resposta a estas questões que a amostra de Pedroto está à espera de serem dadas por Vítor Pereira...
O rídiculo continua a ridicularidade ao classificar o repto da direcção do glorioso de "ridícula". Não sei se o ridículo consegue dormir de tanto pensar no Benfica, nem se já viu alguma vigília pela "verdade desportiva", por parte de corruptos...
Por estas e por (muitas) outras, é que a decisão de pedir bilhetes para os adeptos do Benfica se deslocarem àquele antro, faz todo o sentido. Nem percebo o porquê de não se entender isto... Se este repto foi tomado de modo a consciencializar os clubes pela necessidade de lutar pela verdade desportiva, e se esta agremiação nunca irá lutar por tal... não faz sentido tentar moralizar quem já vendeu a moral há muito...
p.s.- A vender passes de jogadores comprados há 3 meses a fundos (onde é que eu já vi isto, e foi tão criticado, e tantas dúvidas quanto à legalidade levantou?...) desconhecidos, por um valor igual ou menor que o investido?! Pois é, mais uma prova que dois ou três anos sem Champions e o balão estoura...
13 outubro 2010
AhahahaHahAhahHAHaHha
CA e árbitros dão razão a portistas em causa lances de Guimarães
O V. Guimarães-FC Porto já foi alvo de análise entre a Comissão de Arbitragem (CA) da Liga e os árbitros e assistentes, na 2.ª Ação de Avaliação e Aperfeiçoamento, realizada no sábado, no Luso.
Da partida de Guimarães foram “discutidos” os lances de fora-de-jogo assinalados aos portistas Varela e Falcão, que depois de observados foram considerados mal marcados.
Após a uma vasta análise das jornadas (incluiu já a ronda 7), a CA reforçou algumas diretrizes a árbitros. Assim, estes devem ter maior firmeza na prática de jogo violento, expulsando os culpados. Por outro lado, o tempo útil de jogo deve aumentar e existe a necessidade de maior rigor na área técnica. Quanto aos assistentes, devem deixar seguir o jogo, em caso de dúvida de fora-de-jogo e posicionarem-se em linha com o penúltimo defensor.
in Rascord
Então e sobre o penalty contra os corruptos, nem uma palavrinha? E sobre os dois amarelos (e consequente vermelho) perdoados ao Fucile, nada?!
E assim se transforma uma arbitragem que foi largamente benevolente e beneficiadora dos corruptos, numa arbitragem que lhes foi prejudicial!
O ano passado quiseram transformar os agressores em vítimas. Este ano, beneficiados jogo sim, jogo sim, querem passar a imagem de mártires...
É só rir com a hipocrisia e desfaçatez desta gente...
O V. Guimarães-FC Porto já foi alvo de análise entre a Comissão de Arbitragem (CA) da Liga e os árbitros e assistentes, na 2.ª Ação de Avaliação e Aperfeiçoamento, realizada no sábado, no Luso.
Da partida de Guimarães foram “discutidos” os lances de fora-de-jogo assinalados aos portistas Varela e Falcão, que depois de observados foram considerados mal marcados.
Após a uma vasta análise das jornadas (incluiu já a ronda 7), a CA reforçou algumas diretrizes a árbitros. Assim, estes devem ter maior firmeza na prática de jogo violento, expulsando os culpados. Por outro lado, o tempo útil de jogo deve aumentar e existe a necessidade de maior rigor na área técnica. Quanto aos assistentes, devem deixar seguir o jogo, em caso de dúvida de fora-de-jogo e posicionarem-se em linha com o penúltimo defensor.
in Rascord
Então e sobre o penalty contra os corruptos, nem uma palavrinha? E sobre os dois amarelos (e consequente vermelho) perdoados ao Fucile, nada?!
E assim se transforma uma arbitragem que foi largamente benevolente e beneficiadora dos corruptos, numa arbitragem que lhes foi prejudicial!
O ano passado quiseram transformar os agressores em vítimas. Este ano, beneficiados jogo sim, jogo sim, querem passar a imagem de mártires...
É só rir com a hipocrisia e desfaçatez desta gente...
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